quarta-feira, agosto 18, 2004


a ginasta Espanhola vendo tudo de cabeça para baixo.

E Daniele Hipólito.Meninas elásticas! Acho incrivel o que elas fazem. Posted by Hello

terça-feira, agosto 17, 2004

F U C K !!!
Dakota

depois do vendaval... Posted by Hello

A placa, onde se lê: "Aos 13 dias do mês de julho de 2001, a Prefeitura Municipal inicia o projeto Árvores Históricas de Macaé com o objetivo de recuperar valores históricos e culturais através da ação ambiental. Nesta data, a Palmeira Imperial plantada neste local, em 1878, recebeu os cuidados para que sua vida fosse mantida." Infelizmente, isso não aconteceu, já que no dia 09 de agosto, ela caiu após uma forte ventania. Veja abaixo o que restou da palmeira. Posted by Hello

Essa é a Palmeira Imperial. Nota-se alguns sinais de doença... Posted by Hello

segunda-feira, agosto 09, 2004

"Preciso urgente entrar em um curso de mergulho.É fundamental não ter medo de ir mais fundo, conquistar novos territórios e se deslumbrar com as maravilhas da Natureza. Quero desbravar a imensidão azul desse planeta, flutuar no meio do infinito d´água sem a sensação de gravidade, observando com admiração espetacular um mundo vivo colorido real.
Sei que não consigo fazer tudo que quero, sei que não dou conta, que não consigo me organizar direito porque é impossível fazer tudo ao mesmo tempo, que é imprescindível escolher prioridades, que eu fico igual um doido porque não dá para gerenciar tantas frentes abertas todos os dias, que ninguém consegue viver em perfeita sanidade mental só procurando expandir os caminhos e possibilidades a cada segundo - mas, na moral, azar. Nada disso importa. O que não dá é pra ficar adiando eternamente nossas vontades, esperando "um dia" chegar, o vento passar, a poeira baixar. Prioridade é vontade mais coragem, sobre responsabilidade. Então vamos lá, respirar fundo, e mergulhar!!!O resto que espere, que se confunda, embrulhe ou destrambolhe. Que aguarde ou que reclame. Volto já. A vida renovada, não tem limites!" 22 de julho de 2004. Por Fervil Poucos dias depois, no dia 26 de julho, FerVil foi assassinado ao tentar escapar de um assalto no Santo Cristo, Rio de Janeiro.
"Em 1998, a estudante Ana Carolina foi morta em uma tentativa de assalto na saída do Túnel Santa Bárbara, em Laranjeiras. Ela tentou escapar ao ser abordada pelos bandidos e, ao acelerar, foi atingida pelos tiros. O crime chocou os cariocas e até hoje é lembrado como um triste capítulo na história de violência da cidade. Na última segunda-feira, a vida de Fernando Villela, nosso querido FerVil, foi friamente interrompida pouco antes do Túnel Santa Bárbara. A tragédia se repetiu. O que mudou foi a repercussão. A brutalidade, que marcará para sempre a vida da família e dos amigos de FerVil, já não causa o mesmo impacto. O carioca está sendo anestesiado pela violência que assola a cidade. Não houve pausa, minuto de silêncio. No dia seguinte, a guerra civil carioca fez mais uma vítima. E depois outra... Quatro mortes em uma semana, como noticiaram os jornais. Algo está errado. É preciso parar. Refletir. Já temos vítimas suficientes. FerVil inspirava os que estavam ao seu lado. Era batalhador, doce, espirituoso, sonhador e "fervilhante", como por muitos era chamado. Tinha uma legião de amigos. Não é justo que ele se transforme em um número a mais nas estatísticas de violência do Rio. Nosso grito é necessário, não pode ser calado. Nossa revolta tem que ser diária, nossa indignação não pode ser anestesiada. Em um ano de eleições, essa tragédia deve servir de alerta.”
Muito triste isso. Nossa dura realidade. Num dia estamos aqui, vivos e no outro, podemos estar mortos. E o que fiz de minha vida??

domingo, agosto 08, 2004

THE PARIS MATCH
(Style Council)
Empty hours
Spent combing the street
In daytime showers
They've become my beat;
As I walk from cafe to bar
I wish I knew where you are;
You sort of clouded my mind
And now I'm all out of time
Empty skies say try to forget
Better advice is to have no regrets;
As I tread the boulevard floor
Will I see you once more;
Because you've colored my mind
'Till then I'm biding my time
I'm only sad in a natural way
And I enjoy sometimes feeling this way
The gift you gave is desire
The match that started my fire
Empty nights with nothing to do
I sit and think, every thought is for you;
I get so restless and bored
So I go out once more;
I hate to feel so confined
I feel like I'm wasting my time

sexta-feira, agosto 06, 2004


Albert Camus fotografado por Bresson.1947 Posted by Hello

quinta-feira, agosto 05, 2004

This world is full, So full of crashing bores
And I must be one, 'Cos no one ever turns to me to say
Take me in your arms, Take me in your arms, And love me... canta Morrissey e eu canto junto. I hate to feel so confined inside this apartment. I want to walk at the beach and let the waves lick my feet. Ao invés de ficar aqui hipnotizada pelo computador. Ou pela tv.
O último episódio de The Shield foi bem pesado. Cunilingus, felatio, drogas, porrada... Me pergunto porque estou acompanhando essa série. Nunca mais vi Dead Like me, acho que a Sony deixou de exibir. Assim como a HBO não está exibindo Six Feet Under. Por isso eu estou acompanhando a mini-série Carnivale e Kindom Hospital. Stephen King foi inspirado pela mini-série dinamarquesa de Lars Von Trier, chamada apenas The Kingdom. Lembro que quando passou no Eurochanel eu achei sombria demais.

quarta-feira, agosto 04, 2004


HENRI CARTIER - BRESSON, (Ile de la Cité), Paris 1952
Gelatin Silver Print
Posted by Hellohttp://www.photology.com/bresson/ Ele morreu aos 95 anos, no dia 02. "In photography, you've got to be quick, quick, quick, quick, like an animal and a prey."

segunda-feira, julho 26, 2004

Cai a tarde devagar, o sol se esconde atrás das montanhas, o céu ganha um tom rosa azulado...
Há uma certa correria na rua, enquanto procuro o silêncio do quarto, mas da minha janela ouço as buzinas. As luzes se acendem aos poucos. Eu choro baixinho, eu invento uma prece, uma dor de amor, algo que valha a pena. Eu finjo que sou. Eu fujo do que sou.

 Na vida estamos envolvidos o tempo todo em interpretar. Um amigo diz uma coisa que a gente não entende. A gente diz logo: "O que é que você quer dizer com isso?". Aí ele diz de uma outra forma, e a gente entende. E a interpretação, todo mundo sabe disso, é aquilo que se deve fazer com os textos que se lê. Para que sejam compreendidos.  Leia mais aqui: Literatus

domingo, julho 25, 2004


Thoroughbred
Jake Gyllenhaal, the son of a screenwriter and a director, has a rock-solid Hollywood pedigree. (July 2004 issue of Vogue) Photo by Mario Testino  Posted by Hello
Estava eu aqui entusiasticamente escrevendo sobre o ator Jake Gyllenhaal , um rapaz que faz o estilo “bom demais pra ser verdade” — rico, bonito, cultivado (estudou filosofia tibetana!) e romântico — quando veio a bomba: depois de dois anos de namoro, ele e Kirsten Dunst, a mocinha cobiçada no filme “Homem-Aranha”, não dividem mais as mesmas festas. É agora que as mulheres não vão mais conseguir dormir: o astro de “O dia depois de amanhã” está solteiro. Dizem que foi Kirsten quem quis terminar: o namorado tomava muito de sua emoção e de seu tempo, e ela a cada dia está mais requisitada por Hollywood. Jake, dizem os amigos e a família, está inconsolável. O pouco de energia que lhe resta vai para “Brokeback Mountain”, de Ang Lee, a ser lançando este ano nos Estados Unidos. No filme, Jake é um caubói que é amante de outro caubói, o ator Heath Ledger (o filho de Mel Gibson em “O patriota”). Em breve, não vão ser só as mulheres a suspirar.  Caderno Ela - Ana Cristina Reis

sexta-feira, julho 23, 2004


O sol resolveu aparecer e dar cores vivas à paisagem molhada. Eu e Bia saímos pra tirar umas fotos e descobrimos que até Macaé tem uns locais interessantes para fotografar. Íamos tirar uma foto da nova prefeitura, disseram que o projeto do prédio é do Niemeyer, mas não encontramos um ângulo bom.  E o prédio é meio feio para falar a verdade.Posted by Hello

Passeando na Praça, encontrei esse desabafo pintado no banco: A vida não tem sentido!
Odeio viver. Deve ser levado à sério ou foi apenas uma brincadeira sem graça? Posted by Hello

quinta-feira, julho 22, 2004

Ouvindo: Interpol- Antics e The Libertines
A time to be so small

Bottom of the ocean
Saw him under the boat
Saw you making knots
Saw you get the rope
A boy appearing on the deck
Making it lurch
Bubble of your interests
Ready to burst
He whistles and he runs
Saw you in distraction of
Sleeping slow despair
Bursting in a rapture
But he wasn't even there
Feature is a creature
Though you wish you were the wind
Boat will not stop moving If you tie him up until the end
He whistles and he runs so hold him fast
Pray the lord the wants to let it last
He might succumb to what you haven't seen
He has a keen eye for what you didn't see
when the cadaverous mobs
In the doors to the tent
And man, meanwhile you cannot be
I want you to be there
 When he gets to the end
Have to find a way
Emerald Wizard Radio lyrics 

quarta-feira, julho 21, 2004


Uma foto de mamãe passeando na Alemanha, onde minha irmã mora. Lindo o lugar, não? Posted by Hello

segunda-feira, julho 19, 2004

Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças - O título do filme foi retirado do poema "Eloisa to Abelard", de autoria de Alexander Pope. O mesmo poema já havia sido usado pelo roteirista Charlie Kaufman em Quero Ser John Malkovich.
“Brilho Eterno” pode ser visto como uma bonita história de amor. Ou como uma defesa da psicoterapia contra soluções imediatistas de realização pessoal. Ou ainda como uma fábula sobre a importância da memória como fonte de conhecimento e de transformação. Nesse sentido, o filme é uma bela demonstração desta reflexão de Luis Buñuel sobre a memória: “É preciso começar a perder a memória para perceber que é justamente essa memória que faz toda a nossa vida. Uma vida sem memória não seria uma vida, assim como uma inteligência sem possibilidades de se exprimir não seria uma inteligência. Nossa memória é nossa coerência, nossa razão, nossa ação, nosso sentimento. Sem ela não somos nada”.
No Mínimo/Ricardo Calil

"In these deep solitudes and awful cells,    
Where heav'nly-pensive contemplation dwells, 
And ever-musing melancholy reigns; 
What means this tumult in a vestal's veins? 
Why rove my thoughts beyond this last retreat? 
Why feels my heart its long-forgotten heat?
  Yet, yet I love!--From Abelard it came,   
And Eloisa yet must kiss the name. 
Dear fatal name! rest ever unreveal'd, 
Nor pass these lips in holy silence seal'd.
Hide it, my heart, within that close disguise,
 Where mix'd with God's, his lov'd idea lies: 
O write it not, my hand-
-the name appears  Already written-
-wash it out, my tears! 
 In vain lost Eloisa weeps and prays,
Her heart still dictates, and her hand obeys.
How happy is the blameless vestal's lot! 
 The world forgetting, by the world forgot.
Eternal sunshine of the spotless mind
 Each pray'r accepted, and each wish resign'd;
  Labour and rest, that equal periods keep; 
 "Obedient slumbers that can wake and weep;"
  Desires compos'd, affections ever ev'n, 
 Tears that delight, and sighs that waft to Heav'n. 
Grace shines around her with serenest beams, 
And whisp'ring angels prompt her golden dreams.
For her th' unfading rose of Eden blooms,
And wings of seraphs shed divine perfumes,
 For her the Spouse prepares the bridal ring, 
For her white virgins hymeneals sing,
To sounds of heav'nly harps she dies away,  And melts in visions of eternal day.
Canst thou forget that sad, that solemn day, 
 When victims at yon altar's foot we lay? 
Canst thou forget what tears that moment fell,
 When, warm in youth, I bade the world farewell? 
As with cold lips I kiss'd the sacred veil, 
The shrines all trembl'd, and the lamps grew pale: 
Heav'n scarce believ'd the conquest it survey'd, 
And saints with wonder heard the vows I made. 
Yet then, to those dread altars as I drew, 
Not on the Cross my eyes were fix'd, but you: 
Not grace, or zeal, love only was my call, 
And if I lose thy love, I lose my all. 
Come! with thy looks, thy words, relieve my woe; 
Those still at least are left thee to bestow. 
Still on that breast enamour'd let me lie, 
Still drink delicious poison from thy eye, 
Pant on thy lip, and to thy heart be press'd; 
Give all thou canst--and let me dream the rest. 
Ah no! instruct me other joys to prize, 
With other beauties charm my partial eyes, 
Full in my view set all the bright abode, 
And make my soul quit Abelard for God.
 http://oldpoetry.com/poetry/4632
O poema é imenso e não está todo aqui, quem quiser pode  vê-lo na íntegra, é só clicar no link acima.
E agora lembrei que assisti um filme - não sei o nome - em que os personagens principais se chamavam Eloisa e Abelardo. Eles viviam um romance proibido já que ele era um padre.  E o tio dela acabava mandando castrar o pobre Abelardo...

quarta-feira, julho 07, 2004


Precisa-se de um amigo Vinicius de Moraes Posted by Hello
Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimento, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar.
Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objectivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.
Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.
Paul Auster lança livro novo
Globo Online
A história de um escritor em crise que recupera a inspiração ao comprar um caderno azul na loja de um chinês em Nova York é a trama de "Noite do oráculo", novo título do americano Paul Auster, que está no Brasil, junto com a mulher, a escritora Siri Hustvedt. Os dois participarão da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que começa hoje. No livro, Auster constrói um romance labiríntico, com diversas tramas narrativas misturadas, em mais uma história de mistério. O personagem principal se chama Sidney Orr e tem sua vida embaralhada com os mesmos acontecimentos que descreve em seu caderno. Em recuperação depois de passar por uma doença grave, Orr caminha numa certa manhã pelo Brooklyn e entra numa papelaria recém-aberta, onde compra um caderno azul.
Orr volta à carreira de escritor nas linhas quadriculadas do caderninho, reimaginando um dos episódios do clássico "O falcão maltês": o homem de família Flitcraft renasce depois de sofrer um acidente numa obra, abandona a mulher e os filhos, cai na estrada e se casa novamente, sucumbindo ao ciclo inevitável da classe média.
Para Orr, a história tem mais nuances: Flitcraft é (mal)casado editor de livros chamado Nick Bowen, que quase morre quando um gárgula de pedra cai da fachada de um prédio no West Side nova-iorquino. Convencido de que recebeu uma nova chance na vida, Bowen se muda para o Kansas, levando consigo o manuscrito inédito de um lendário escritor, chamado "Noite do oráculo".
Enquanto trabalha no livro, Orr começa a perceber coisas estranhas na sua própria vida. Sua mulher Grace começa a se comportar como se escondesse um segredo, e a papelaria recém-aberta se fecha dois dias depois que ele comprou o caderno azul. E, o mais estranho, Orr parece começar a desaparecer conforme vai escrevendo as notas no tal caderno. Um amigo, outro escritor, avisa: "os cadernos azuis são amistosos, mas podem ser muito cruéis também, e você tem que cuidar para não se perder".

terça-feira, julho 06, 2004


 Posted by HelloCheiro de chuva na grama molhada... Vontade de comer um bolo saído do forno. Vontade de andar na chuva sem me preocupar com nada. Vontade de sair da bolha, deixar a passividade de lado. Às vezes me sinto como uma flor na estufa, vendo tudo mas sem poder tocar em nada, sem movimento. Bobagem. Não consigo escrever. Os posts aí embaixo traduzem melhor meus sentimentos mesmo sem terem sido escritos por mim. Estranho?